- Venha me siga, vamos de
acordo com o que queremos. Vamos deixar os erros e os acertos nos definir, mas
no final faremos de tudo isso um grande filme com direito ao Oscar. Me propôs Alice, mais uma vez em meus sonhos.
A como eu queria acreditar nessa doce voz de Alice... Ela sempre embala minhas noites, com seus devaneios loucos e fantásticos naquela terra. E sempre me faz a mesma proposta.
Queria tanto acreditar em sua palavra, em seu chamado, em sua proposta, mas só adulto o suficiente para saber que não existe outro mundo além desse.
- Mas e o dentro de sua mente? . Me assusto comigo mesmo, na verdade com a voz dentro de mim. - Talvez você não me conheça, sou sua parte positiva e fantasiosa, pois é, isso existe em você. E sou eu quem produzo todos os seus sonhos bons.
- Os de Alice também. Pergunto baixinho para que ninguém perceba o meu grau de insanidade. Respiro fundo e sorriu baixinho, qual deve ser meu problema? .
- Tudo bem, belo garota da casa azul, seja feliz criei seu próprio mundo sem medo de ser feliz ou de explora-lo.
E desse vez senti. Senti o quanto eu podia ser positivo, e o quanto o meu eu positivo estava intensamente ,me impulsionando para isso.
Talvez eu devesse sair daquela casa escura, talvez eu devesse me juntar as demais crianças a pular amarelinha e jogar bola de gude, talvez eu devesse ao menos como a Alice e meu eu positivo dentro de mim me permitir.
-Renato Almeida
Se gostou do texto irá gostar do meu blog também: (realidadecaotica.blogspot.com.br)
-Renato Almeida
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Gostei da distopia, mas é isso mesmo, temos que acreditar em nós mesmos e no que somos capazes para assim conseguirmos ir sempre mais para a frente.
ResponderExcluirBeijos
neversaynever-believe.blogspot.com.br